sábado, 9 de janeiro de 2016

A ILHA

Ficha Técnica
Título original: The island
País/Ano de produção: EUA, 2005
Duração/Género: 127 min., Ficção científica
Direção: Michael Bay
Roteiro: Alex Kurtzman, Roberto Orci e Caspian Tredwell-Owen
Elenco: 
Ewan McGregor, Scarlett Johansson,Djimon Hounson, Sean Bean, Steve Buscemi, Michael Clarke Duncan, Ethan Phillips, Brian Stepanek, Siobhan Flynn.



Resumo do filme

A ilha é um filme de ficção científica, que nos leva a refletir sobre os acontecimetos, diria até sobre os problemas que o futuro poderá originar.
Lincoln Seis Echo é uma das personagens principais e um dos muitos supostos sobreviventes da contaminação que matou inúmeras pessoas. Os únicos lugares onde essa tal "contaminação" não chegaram seriam o complexo onde os sobreviventes se encontravam e "a ilha", uma ilha paradisíaca que só quem ganhava a lotaria tinha direito a usufruir da mesma.
Todas estas constatações não passavam de mentiras ditas pelos responsáveis por aquele sistema- O objetivo era mantê-los presos naquele complexo. As pessoas com maiores possibilidades financeiras pagavam para que esta companhia criasse um clone seu para que quando necessitassem de um órgão, por exemplo, pudessem tê-lo. Contudo, os clientes não sabiam a verdade, visto que pensavam que seriam criados clones sem alma, sem sentimentos.
Lincoln descobre que tudo aquilo não passara de uma mentira, não existira contaminação e a ida para "a ilha" era apenas a "ida para a morte".
Lincoln foge do complexo levando consigo uma amiga, Jordan Dois Delta, que tinha ganho a última "lotaria".
Ambos vivem muitas aventuras, apaixonam-se e conseguem invadir o complexo, salvando todos os outros clones.


Opinião

Clonagem significa a reprodução assexuada de um ser humano, a partir de uma célula ou de um conjunto de células, geneticamente manipuladas.
Ao longo do filme surgem-nos questões relacionadas com a ética e a ciência.
Neste filme, a ciência é vista apenas como um meio que manipula a realidade, alterando-a devido a fins monetários. Revela, assim, a falta de formação ética do próprio médico responsável, uma vez que trata os clones (seres humanos) como "produtos". Ele tinha a noção de que estes eram muito mais que "produtos" e que aquilo que estava a fazer não era legítimo, caso contrário não mentiria aos seus clientes, dizendo-lhes que estes clones não passariam de "seguros de vida" sem alma.
No decorrer do filme surgem inúmeras reflexões a respeito do direito à vida. Uma vez criados, estes tinham o direito a fazer as suas próprias escolhas, a ter objetivos de vida, tinham, sobretudo, o direito de viver como humanos que se haviam tornado.





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